/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2019/b/v/JIeB2lTMmagYteN8AEBw/rogerio-marinho.jpg)
Para evitar o derretimento das economias e a aprovação de uma reforma incapaz de satisfazer às necessidades da sociedade, o governo dispõe de outra arma que sempre funcionou para seduzir os reticentes: cargos e salários no Executivo, além de recursos de emendas parlamentares. Eleito com a promessa de acabar com o “toma lá, dá cá”, Bolsonaro poderá se ver pressionado a adotá-lo, sob pena de a reforma da Previdência naufragar.
0 comentários:
Postar um comentário